domingo, 2 de fevereiro de 2014

3 LOOKS | UMA COISA EM COMUM

Hey!
Hoje trago-vos 3 looks com uma coisa em comum, o preto.
Tenho adorado esta cor, a sua versatilidade é espantosa.
Ah, já para não falar quando não sabemos o que vestir naquele evento importante ou numa saída à noite, com o preto nunca falhamos.
Vamos aos looks que preparei.

(imagem da minha autoria)

 Este primeiro mais classy é um coordenado que fica bem em qualquer sítio.
É super simples, mas com um toque elegante.
Nota-se que ao vestirmos estas peças e ao conjugarmos com estes acessórios, que tivemos preocupação e cuidado para elaborar o nosso look.

(imagem da minha autoria)


Sabem quando temos que ir aquele evento super importante? 
Ou aquele jantar com a pessoal especial?
 E aquela saída super glamurosa?
Este vestido de princesa com uma maquilhagem arrojada torna-nos a mulher mais sedutora em qualquer lugar.
Não vamos abusar nos acessórios, um fio do mais simples que há e uma clutch elegante.
Tonight be Seductive !


(imagem da minha autoria)

Existem dias em que a preguiça fala mais alto (tenho tantos dias assim!) e a vontade de vestir para sair de casa é tão pouca ou nenhuma. 
Por mim, vestia umas calças de fato de treino, uma sweat, uns ténis e siga!
Ultimamente tenho reparado que muitas mulheres decidiram adotar um estilo mais descontraído e tenho andado muito atenta a peças mais deste estilo.
Não estou a falar daquelas coisas que são mini mini mini t-shirts ou soutiens gigantes, porque na minha opinião, aquilo não tem absolutamente piada nenhuma e não encontro elegância numa mulher que veste isso.
Estou a falar de uma t-shirt normal mas com algum padrão, umas jeans do estilo boyfriend e uns ténis.
Não saímos de casa com um ar descuidado mas também não precisamos de desperdiçar muito do nosso tempo de preguiça.


E vocês? Gostam do preto?
Gostaram dos 3 looks?

Joana O.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

A MINHA VISÃO DA PRAXE ACADÉMICA.

Eu sei. Este post vai andar a volta do mesmo assunto, a praxe. Epá, desculpem-me, mas tem que ser. Tenho visto cada barbaridade por essa internet fora que as vezes pergunto-me se as pessoas acreditam mesmo naquilo que estão a dizer.
Isto tudo vem à baila por causa do mais recente acontecimento, a tragédia do meco. Mas não é disso propriamente dito que quero falar (novamente) porque há tanta coisa por explicar que iria ser só mais uma especulação.
Quero exprimir a minha opinião em relação à praxe.
Mais uma vez a praxe é falada pelos olhos de quem, definitivamente, nunca a conheceu, pelo menos como eu a conheço.
Hoje, consegui perceber mais um bocadinho do porquê de tanto 'ódio' à praxe. O que eu vou dizer a seguir pode não ter assim tanta credibilidade porque vou falar de um canal que se já tinha pouca, então com o novo guarda roupa da Judite, é melhor nem falar.
Vi uma 'reportagem' sobre a tragédia no meco, mais precisamente sobre a tradição académica na universidade em que aqueles jovens estudavam, a Lusófona.
Depois de assistir, peguei no comando e estava a dar na Rtp1 uma reportagem semelhante.
Em primeiro lugar, acho que os pais da jovem Joana são uns seres humanos super corajosos. Desde as palavras à atitude, são uns senhores que perderam a filha desta maneira e estão a ter uma postura muito correcta.
Em segundo lugar, quero dizer às pessoas que estudam na Lusófona e que aderem à praxe para fugirem. Fujam e arranjem um buraco! Agora compreendo quando algumas pessoas falam mal da praxe. Pudera! Mas que raio de tradição académica é a vossa??!!
Traçar perfis das pessoas que entram para os órgãos de praxe?
Deixar pessoas numa serra ao frio e sem qualquer tipo de contacto? Só para quê? Para ver como reagem sob pressão?
(entre outros)
Mas vocês vivem em que mundo? Chamam a isso praxe?
Bom, eu chamo de estupidez!
Assim até eu me torno anti-praxe porque se fazem isso a quem está interessado em entrar nos órgãos de praxe ou a quem já lá está, nem quero imaginar o que fazem aos vossos caloiros.
E quando existe um curso na Lusófona (se não estou em erro foi desporto) que não se quer reger pelo vosso código e que prefere praxar só enquanto curso, há alguma coisa que não bate certo. 
São nesses sítios que gritam para quem quiser ouvir que ali é que se pratica a verdadeira tradição académica e depois é o que se vê, merda!
Eu fui praxada e foi ali na praxe que aprendi que nós, seres humanos, temos a enorme capacidade de criar espírito de grupo, de sermos solidários uns com os outros, de nos unirmos em prol de um só. Foi ali na praxe que aprendi que não posso olhar só para o meu umbigo. E foi ali na praxe que conheci pessoas, que, quando um dia abandonar o ensino superior os levo como amigos, companheiros e fiéis de uma vida.
Não me venham dizer que a praxe é má. Quem a define é quem a pratica.




Joana O.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

TRAGÉDIA | MECO - OPINIÃO


Bem, isto é um assunto que anda na boca do mundo.


São especulações para aqui, teorias da conspiração para ali e ninguém se entende.
Este é um daqueles casos que nos afeta um pouco a todos. 

Pessoal jovem + praxes + 1 sobrevivente.

Este assunto ainda está a ser falado porque existe de facto, um sobrevivente e esse mesmo sobrevivente pertence à praxe e hierarquicamente falando é o órgão máximo da praxe. E aí é que se centra a questão toda.


Os pais daqueles jovens querem saber tudo o que se passou naquela noite, até aí perfeitamente normal. Não imagino a perda de um filho porque não o tenho, mas sei o que é perder alguém, não nestas condições, mas noutras perfeitamente claras.
O desespero e a dor que estes pais sentem apodera-se deles próprios e a esperança de saber (pelo menos) o que se passou naquela noite, é de loucos.
Não sou ninguém para condenar ou deixar de condenar alguém. Mas por favor, não metam a praxe ao barulho. As pessoas têm de perceber que, na vida, quando lhes mandam atirar para um poço, dizem que não, correto? Então e na praxe? É exatamente igual. Ainda para mais, neste caso, estamos a falar de pessoas que não são caloiros nenhuns, que fazem parte de órgãos praxistas. Eu acho que quando oiço falarem da praxe noutros sítios devo estudar num sitio em que a praxe é mesmo aquilo que representa (apesar dos seus defeitos em algumas situações) porque já ouvi tantas parvoíces e anormalidades sobre a praxe noutros locais "cheios de tradição académica". Não estou com isto a dizer que lá o Dux é culpado ou inocente porque sobreviveu. Estou a dizer é que os factos têm de ser apurados como em qualquer outro caso e não deve ser de certeza o grande canal CMTV que os vai descobrir.

Lamento que esta situação tenha acontecido, muito menos a pessoas tão jovens e com uma vida inteira pela frente.


Joana O.